Eu não vim falar de música dessa vez - embora eu ache que vocês gostariam da banda mexicana Maná, que me inspirou na one-shot Crazy com a música En el muelle de San Blas.
Não, dessa vez eu quero falar da imagem nova que eu coloquei lá em cima, ó!
Anyway, agora eu percebi que o blogger a encolheu e quase não dá para ler ¬¬
O que é uma bosta, porque foi uma homenagem que eu fiz a vocês, damn it.
Então eu vou passar as letras miúdas para cá, mesmo que o efeito não seja o mesmo.
As palavras não fluem de meus dedos – elas têm uma fonte instável e irônica.
Uma fonte com sentimentos, gosto e cor, que gosta de nos deixar malucos.
Todos a têm, mas poucos têm o privilégio de desfrutá-la corretamente.
Ela, quando quer, voa e não volta mais.
Ela é perigosa e bela, como uma fênix – atrai a todos, mas os queima, se chegarem muito perto.
A minha fênix está presa em uma caixa de Pandora, trancada a sete chaves e longe de todos, até de mim.
Vocês têm a chave mestra.
Vocês a controlam, me deixando apenas guiá-la para os confins do mundo.
Muitos podem dizer que são coisas diferentes, mas eu digo o contrário.
Vocês são as donas da minha imaginação e, portanto, o meu coração.
Soltem a fênix, mas mantenham-na por perto com suas palavras estimulantes...
Porque essa é a única maneira de que, quando ela voltar, ela me traga o ouro no fim do arco-íris.
É assim que ela me dará ideias.
Fala a verdade, ficou ruim aqui - ou talvez eu esteja estressada demais.
Anyway, nesse feriado de carnaval eu vou postar em alguma das fics!!! *-*
xoxo
Aproveitem o carnaval - e, se não gostarem dele (como eu), façam alguma coisa divertida!
Ok, eu ando meio sumida. Eu sei... E me sinto muito mal por causa disso. Mas é necessário - surpreendentemente, eu tenho uma vida fora das fics e, nela, tenho minhas prioridades.
É por isso que eu vou dar um tempo na escrita.
CALMA!
Eu vou continuar escrevendo as fics, e tentar postar, pelo menos, todo domingo. O que vai mudar é que eu não vou poder postar todas as quase 20 sempre - ninguém aguentaria.
É por isso que, por enquanto, apenas as mais lidas serão postadas - sendo elas Entre Quatro Paredes, Sober e Last Name. Se vocês acompanham as outras e não essas, me desculpem - mas que tal começarem? Assim que eu terminar essas três, eu vou postar em Love that kills, Party People e Secret.
Para quem acompanha Promiscuous (escrita por mim, Carol Venancio e CCullen), não se preocupem - a gente vai continuar com as postagens, que podem demorar um tempo.
Além disso, vou fazer o possível para continuar postando, também, em Tudo em família... Que, como vocês devem saber, tem todos seus capítulos contados e preparados.
Anyway, eu tô aqui falando que não dá pra escrever e não digo o motivo --'
Bem, esse ano é o do maldito vestibular... O que significa que eu só tenho tempo pra respirar, estudar, comer, estudar, dormir e estudar. E, depois disso tudo, eu tenho um pouquinho mais de tempo para... Estudar.
Não, eu não vou fazer medicina - odeio biologia.
O que eu vou fazer é arquitetura *-*
As minhas específicas são mat e física e, como vcs já viram as minhas reclamações, matemática não é o meu forte - o que é esquisito, porque eu sempre amei a matéria e fui bem. Só no ano passado que... Bem.
Não se preocupem: eu não vou me matar de cansaço; só vou chegar na beirada. Mas é tudo por uma boa causa... Tô num clima vingativo e quero gritar na cara de todo mundo "toma!" (66'
A minha escola é outra paranóica com vestibular... Então há dias que eu só volto de lá depois das sete e meia... Apenas para estudar um pouquinho mais antes de tomar um banho, jantar e dormir.
Eu não assisto mais tv. Alguém me diz o que tá acontecendo em House e The mentalist????
Eu aproveito sábado à noite pra assistir uns dois episódios no pc de alguns seriados - isso quase caindod e sono, claro.
É, eu já estou cansada - e eu só tive uma semana de aula.
Agora eu tô aqui, tendo prometido capítulos para vocês. Tô com sono, derretendo de calor (odeio verão) e tendo que estudar um pouco mais.
Além disso, tenho que terminar o livro de uma amiga e começar outro, que a professora de literatura indicou.
É, nem no domingo - meu único dia livre, já que tenho aula até de sábado - eu tenho folga.
Mas vou fazer o meu melhor e continuar postando. Se a qualidade baixar...
Compreendam. Eu tenho mais de 6h de redação por semana. Os professores ficam cada vez mais exigentes quando já a conhecem e sabem que a sua redação se destaca ¬¬ *e eles não gostam muito da minha ironia, droga.
Torço que no final do ano eu passe na UEL... E em qualquer outro lugar que eu me inscreva. Aí eu poderei voltar a me dedicar um pouco mais a vocês.
Mas, para não deixar vocês muito decepcionadas, aqui vai pelo menos uma "prévia" do que há por vir. Quase, quero dizer. Em algumas das fics, são só algumas ideias que eu tenho para vocês não me abandonarem.
Amo vocês e se divirtam!
Entre quatro paredes
- Você percebeu que o nosso relacionamento parece o de dois adolescentes? Somos tão indecisos... - Eu suspiro, a encarando nos olhos. Ela morde o lábio inferior e lágrimas começam a se formar. - Eu não aguento mais isso, Bell.
- Edward, eu...
- Bell... Vamos crescer, ok? Esquecer todas as intrigas e confusões. Começar do zero... E lembrar um ao outro os motivos de ainda nos amarmos, apesar de tudo.
Baby Trouble
Eu andei de um lado para o outro no pequeno banheiro. Rosalie estava sentada na beira da banheira, checando as unhas, mas os seus olhos fixos e a respiação entrecortada me mostravam o quão ansiosa ela estava.
Alice... Bem, ela, literalmente, quicava no lugar. Cinco pulos por segundo, eu contei.
Finalmente, o tempo de espera acabou. Dei um descanso para as minhas unhas já não mais existentes e fui direto ao teste.
Eu não tinha coragem.
Alice também havia parado e, percebendo a nossa situação, Rose se levantou com um suspiro. Com passos firmes de uma modelo, ela se dirigiu à bancada e pegou o teste caseiro.
- E então? - Allie perguntou, e eu fechei os olhos.
- Negativo. - Rose disse, sem mais delongas. Eu chorei.
Não era de felicidade, porém. Eu tinha me acostumado com a ideia... Mesmo ela tornando as coisas tão difíceis.
Talvez Jacob estivesse certo, e eu era quem era estéril.
- Eu... - Alice começou, e depois me abraçou. - Eu sinto muito!
- Eu também... Acho que eu realmente queria esse bebê. - Eu disse, entre as lágrimas e apertando meu útero.
Eu me sentia vazia.
- Que bom que você o queria... - Rose disse com um sorriso. - Porque você ainda vai tê-lo.
- ROSE! - Eu e Alice gritamos ao mesmo tempo, e ela baixou seus olhos azuis envergonhada.
Tá aí alguma coisa que eu nunca achei que iria ver.
- Pelo menos você tem certeza de sua decisão agora, Bells. - Ela disse e eu soltei Alice. A abracei.
- Quem é o pai? - Alice perguntou, depois de um tempo. Eu apenas neguei com a cabeça.
Ah, se eu ao menos soubesse...
Crazy
Isso não podia estar acontecendo.
- Bella... - Alice começou e tentou me abraçar.
Eu me desvencilhei, lágrimas enchendo meus olhos.
- Eu sinto muito. - Rosalie sussurrou, mas eu não lhe dei atenção.
Eu sentia medo.
Sentia dor.
E sentia inveja.
Eu não podia deixar de reparar que elas ainda seguravam em suas mãos as cartas, embora tristes, felizes de Emmett e Jasper.
Eles voltariam para elas... E Edward não.
Eu saí correndo e fui para a praia. Naquele lugar que só a gente conhecia, naquele lugar tão especial para a gente.
Ele prometeu que voltaria para me buscar, e eu o esperaria.
Até que eu morresse, se fosse necessário.
Gone Wrong
- Eu... Te amo. - Pronto, eu finalmente disse as palavras presas há tanto tempo na minha garganta.
O que aconteceu depois não foi nada parecido com os meus sonhos.
Ele não me agarrou e começou a beijar loucamente contra a parede do celeiro. Ele não disse que sempre preferira a mim e que só continuara casado com a vaca da Tanya só para ficar perto de mim.
Ele não fez nenhuma das coisas que eu sonhei que ele faria com aquela língua, aquelas mãos, ou aquela coisa que deveria ser gigante escondida em suas calças.
Ele não fez nada, além de me encarar com desdém e sair de perto de mim.
Bem, pelo menos não foi como no meu pior pesadelo - ele não gritou comigo e fugiu do país com Jacob.
Hollywood Dream (fic ainda não postada)
Rejeitada.
Eu tinha fugido de casa - não tinha para onde ir chorar as minhas mágoas.
Droga, eu nem tinha o que comer! Quem dirá onde passar a noite...
Respirei fundo, me lembrando de todas as portas em que bati.
Rejeitada.
Centenas de vezes, rejeitada.
Começou a chover e eu me encontrava perdida na cidade.
Os faróis de um carro apareceram atrás de mim, saindo de um túnel. Eu considerei me jogar lá na frente e morrer.
Foi exatamente isso o que eu fiz, mas o homem conseguiu parar a tempo.
Ótimo, nem morrer eu consigo fazer direito.
Estressado, o meu "quase assassino" saiu de seu carro caro. Foi só quando aqueles olhos verdes me encararam que eu percebi quem era.
Era Edward Cullen.
É, ele era bonito - lindo, para falar a verdade.
Mas todos sabiam que ele era um ator em decadência.
Prendi meu riso, maldosa. Se ele realmente tivesse me matado, não seria só o meu fim.
Ele se aproximou mais e mais de mim. Depois, ao conseguir ver meu rosto, ele estacou.
- Não pode ser... - Ele murmurou.
Last Name
- Lírios.
- Rosas.
- Lírios.
- Rosas.
- Lírios. - Bella disse mais uma vez. Uma veia latejava em sua testa e seu rosto estava vermelho.
Claro que ela não estava nada comparada a Edward - ele suava de raiva.
Nenhum dos dois cederia - aquela era uma luta pela decoração pelo casamento deles.
- Rosas.
- Lírios, Edward.
Alice apareceu e os encarou lá da porta. Mastigava uma barrinha de cereais.
- Copos de leite. - Os dois a encararam e viram um colete salva-vidas.
- Copos de leite. - Os dois disseram juntos e sorriram.
Love that kills
Estava no sofá, beijando Bella. Era sempre divertido brincar com a presa antes de acabar com ela.
Mas, pela primeira vez, eu achei que sentiria falta da sua pele quente e seu cheiro de morangos depois que eu terminasse com a parte mais divertida.
Talvez ela fosse uma das poucas que conseguissem mais uma semana de terror antes do seu fim propriamente dito.
My Vampire (fic ainda não postada)
E eu achando que a cadeia seria um motivo bom o suficiente para faltar ao primeiro dia de aula.
A estúpida velha caduca da minha vó teve que pagar a fiança.
Arrastando os pés, fui à aula de biologia. O professor baixinho e careca me apontou a única cadeira vazia.
Não disse nada e ignorei os olhares de todos os que me encaravam. Aquela era a maior cidade do Alaska mas, mesmo assim, a minha fama de "encrenca" já estava formada.
Foi aí que eu vi quem seria meu parceiro de laboratório.
O gostosão pálido de olhos dourados que foi o motivo de eu ir para a cadeia.
Filho da puta delicioso.
No amor e na guerra
- Me desculpe pela noite passada, Srta. Swan. - Ela o encarou irritada mais uma vez para seu livro.
Ah, se olhar matasse...
E, por Deus, onde Alice se metia numa hora daquelas?
- Bella... - Ele sussurrou, ganhando assim mais um olhar estressado. - Por favor, fale comigo. Eu só... Bem, eu não levei muito bem a ideia de você se casar com outro.
- Não seja hipócrita. - Ela disse, e ele sorriu. Ela falou: era umprogresso. - Quer dizer então eu tenho que
continuar solteira enquanto o senhor casa com aquela... Com aquela... Com a srta. Denali?
A expressão de Edward fechou.
- Aquilo é diferente.
- Claro que é. - Ela disse, maldosa. Apontou para seu livro e disse: - Agora, se me dá licença, isso é uma biblioteca e eu adoraria ter o meu tempo para ler.
Only rich allowed
- Maluco. Você é maluco. - Repenti, pela centésima vez, ao meu primo rico que sorria diabólicamente.
- Ora, Edward... Eu sei que você adorou a ideia! Não pense que eu não reparei os seus olhares para a dona
da casa! - Corei.
- Eu não posso, Emmett... Não posso.
- Claro que pode. Eu insisto. Você tem que ser o próximo barão.
Por que essa ideia idiota me parecia cada vez mais atraente?
Party People
Party hates drunk people.
Acordei com uma dor de cabeça que eu não tinha a séculos. Estava em um quarto que, com certeza, não era o meu, e deitada em uma cama que não era minha.
Respirei fundo e olhei para o lado, com medo de quem eu encotraria deitado lá.
Ninguém.
Senti então um cheiro de café e desci as escadas. Não havia ninguém ali, exceto por Jake. Ele sorriu para mim malignamente quando entrei na cozinha.
- Noite boa, não?
- Quê? Ah... Eu não sei. - Corei desesperadamente. O que aconteceu noite passada?
Pelo menos eu ainda estava com as minhas roupas - podia ter sido bem pior.
- Você não se lembra? - Ele caiu na gargalhada.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - Escutamos um grito vindo do porão e corremos para lá.
Edward gritava desesperado, assim como seu irmão.
Emmett estava nú e, aparentemente, havia dormido com Edward.
Eu precisei me conter para não rir.
Revenge is sweeter than you ever were
- Eu vou terminar com ele hoje... E você sabe o que fazer depois.
- Eu não sei, Tanya... Não vai dar certo.
- Bella! Se você o odeia tanto quanto eu, você vai fazer dar certo!
- Mas é esse o problema! Eu não sou a única! Ele também me odeia; ele vai me reconhecer e me humilhar.
- Bella... - Tanya começou, um pouco mais hesitante. - O que aconteceu entre vocês dois no passado para vocês se odiarem tanto assim?
Então a insensível Bella Swan, aquela garota mais forte que uma rocha, quebrou diante de seus olhos.
Ela chorou.
- Bella...
- Esqueça, Tanya. Vamos logo com isso para eu poder me vingar desse desgraçado.
Sober
- Quantos anos você tem?
- 18...
- Uma criança ainda. - Bella sorriu sensualmente e passou sua perna na de Edward, por baixo da mesa.
Finalmente chegou ao lugar desejado.
Ele estremeceu.
- Sou adulta o suficiente para isso... - Disse com uma voz rouca. Edward a advertiu:
- Bella...
- Desculpe. - Ela disse, tirando sua perna de lá. Seu sorriso se desvanecu. - Eu não posso evitar, é que...
- Como você chegou nessa vida?
- Não era o meu sonho, se é isso que você quer dizer. - Ela disse, estressada. Ainda se lembrava bem demais das palavras duras de Edward na noite que o conheceu.
- Bella, me desculpe por aquilo...
- Tudo bem, Edward. Se nós não esquecermos aquela noite, nós nunca mais poderemos... - Poderemos o quê?, se perguntou. Ela não tinha nada a ver com ele.
Ela não tinha motivos para se importar com suas opiniões, e muito menos ele para se importar com ela.
- Me conte então. - Ele pediu, baixinho, tentando quebrar o clima desconfortável. Ela estremeceu e lágrimas encheram seus olhos antes de se lançar em um relato breve e pouco específico do que acontecera.
Ainda doía demais pensar em Claire.
Secret
Apontamentos de um falso gay:
1- Gays não assumidos em ginásios são perigosos;
2 - Nerds podem ser esquentadinhos e terem problemas de bexiga: necessária distância de cinco metros;
3 - Nunca trair Rosalie, ou interromper uma briga dela com Emmett: ela carrega tijolos na bolsa, e é muito difícil apanhar enquanto dirige;
4 - Tente ignorar ao máximo seu primo maluco;
5 - Baratas são ótimas amigas, ao contrário do que as mulheres podem berrar em seu ouvido;
6 - Tomar mais cuidado ao revistar a gaveta de calcinhas de uma garota: ela pode vir a perceber o que você estava fazendo;
7 - Nunca cair de bunda de uma escada, você pode matar entes queridos (saudades da Crokie...);
*8 - Não sonhar com Emmett tentando de comer e Bella lésbica (por mais que isso seja sexy, sempre pode aparecer um grandalhão que pode te alargar todo);*
Esss vocês já sabem... Que tal mais alguns, só para deixá-las curiosas?
9 - Nunca aceite CD's de suas irmãs. Foi provado cientificamente que, quanto menor ela é, mais maligna ela pode ser;
10 - Nunca deixe seu primo e seu cunhado duvidarem de sua masculinidade, ou eles te levarão a um strip club;
11 - Strip Clubs são ótmis. O problema é quando a pequinês da sua irmã resolve ir lá com as amigas;
12 - Nunca deixe a garota que você ama (?) pagar a você uma lap-dance;
13 - Homens não são nada sexys. Muito menos os que ficam se esfregando na sua cara enquanto os outros riem de você;
14 - Só porque é stripper, não quer dizer o que o homem não possa ser gay;
15 - Vingança é um prato que se come frio;
Acho que isso é o suficiente para deixar vocês ansiosas (66'
Tudo em família
Ele a perdeu por entre os dedos de novo.
Mas, dessa vez, foi pior.
Ele sabia de todas as suas traições e como que era ter o seu corpo suado e sedento por mais debaixo do seu.
Agora ele sabia como era amá-la e tê-la em seus braços, respondendo aos seus desejos mais carnais.
Dessa vez, porém, ele desistiria.
Bella não podia ser domada e ele já estava cansado daquilo.
Tudo o que ele poderia fazer era esconder aquelas memórias no fundo de sua mente.
Proibido de lembrar, mas com medo demais de esquecer.
Well, maybe nothing lasts forever
Eu apertei novamente a campainha, mas dessa vez ela não abriu a porta. Chovia muito, mas eu não sairia de lá até ela me perdoar. Sua porta podia estar aberta, mas seu coração estava aberto.
Eu abri meus braços, em forma de redenção.
- Eu já te disse! – Comecei a gritar a plenos pulmões. Em horas como essa eu desejava não ser um fumante. – Quantas vezes eu tenho que repetir que eu sinto muito e que eu te amo?
Mesmo que eu não pudesse vê-la através da porta, eu sabia que ela estava rolando os olhos.
- Quantas vezes você quiser! Mas isso não significa que eu vou acreditar em você! Você mentiu para mim muitas vezes, eu sei que você não diz a verdade. Você ama as mulheres apenas para jogá-las fora. E eu... Eu sou do tipo que se mantém!
- Bella, por favor. Não me faça propor assim de novo. Eu quero fazer as coisas certas agora!
- Não, Edward. Não.
- Mas eu... Como eu posso provar isso para você?
- Você não pode. – Ela disse, em uma voz baixa.
You're beautiful
Era irritante ter que ficar em um lugar apertado, cercado de cheiros tão apetitosos.
Mas, como Carlisle disse, era importante para mim... Principalmente do que acontecera algum tempo atrás.
Mesmo assim, eu odiava ter que praticar ficar tão perto de humanos.
Estava tão preocupado brigando internamente que quase não reparei no cheiro que se destacava dos outros.
Ele era tão doce... Uma mistura de morangos com chocolate. Havia mais uma coisa também, que eu não conseguia diferenciar.
Me movi para poder achar a fonte daquele cheiro que fazia veneno sair de minhas presas e minha garganta queimar de sede.
Eu a achei.
A mulher mais linda que eu já vira, delicada com sua pele alva e bochechas coradas.
Devia ter uns 28 anos, apenas dois anos mais nova do que eu quando me transformei.
Ela era a imagem da pureza - fazia eu esquecer Tanya completamente.
Então um homem moreno chegou por trás dela com uma menininha que a chamou de mãe. Ela sorriu e pegou
a garota no colo, dando um beijo nos lábios do homem.
Ela estava comprometida.
Se eu ainda tivesse um coração, ele teria se despedaçado.
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E Promiscuous?
Gente, a fic não é só minha - então eu não tenho o direito de postar nada sobre ela.
Espero que tenham gostado de tudo... E espero alguns reviews XD
"No room in my bed
As far as I'm concerned so
Wipe that dirty smile off!
We won't be making up
I've cried my heart out
And now...
I've had enough of love"
- Adele, Right as rain
Já ouviu falar? Um dos maiores singles de sucesso da Adele é o Chasing Pavements - que, ainda, é uma das minhas músicas favoritas. Ela já apareceu no seriado americano Ugly Betty e, além disso, dizem ser a nova Amy Winehouse - com a diferença de não ser uma drogada bêbada, é claro.
Além disso, Adele está completamente confortável com o seu corpo, sendo uma das poucas cantoras "fofas" de sucesso. E, para completar, ela é mãe.
Suas músicas são românticas, divertidas e com um toque instigante. Ela sabe apimentar quando quer (66'
Mas não vou me demorar muito falando sobre ela - se vocês quisessem uma biografia dela, podiam muito bem procurar na Wikipedia. Eu estava escutando uma música dela (a que deu o nome para o post de hoje), e tentando achar alguma fic pra encaixá-la...
Eu achei algumas, mas a música pedia por algo a mais. Então, por que não, fazer uma short one-shot aqui para o blog, assim como Poker Face?
Ela estava no campo, naquela casa há tanto conhecida e cheia de lembranças. Nevava e ela estava deitada no confortável tapete em frente à lareira, lendo um livro. Sentiu alguém se aproximando, mas não deu a devida atenção; apenas tentou se concentrar ainda mais nas juras de amor que Romeu fazia no momento.
Então, sentiu leves beijos em seu pescoço. Sabia quem era, o que a fez soltar um leve gemido. Ele aprofundou o carinho, se divertindo enquanto lambia sua clavícula. Desistindo de seu livro, Bella se virou para encarar o homem que a acariciava.
Lindo como sempre, lá estava Edward - sem camisa e vestindo uma calça jeans. Seus olhos verdes brilhavam e ele pareceu ronronar quando ela mexeu em seus cabelos. Bella foi abaixando sua mão e, ao chegar no traseiro de seu namorado, o apertou com força e um sorriso maroto brotou no seu rosto.
Ela esperava que ele lhe tomasse com vontade, ou até que ele risse. Mas ela nunca nem chegou a cogitar a ideia dele soltar um miado alto e assustado.
- MIAAAAAAAAU! - Ela abriu os olhos e se deparou com seu gato, Chuck, a encarando irritado e saindo de lá o mais rápido possível. Bela se xingou baixinho, principalmente por ter sonhado com Edward de novo, e olhou para o despertador na sua mesa de cabeceira.
- Merda! - Disse, saindo da cama de um salto. Se enrolou com os lençóis e caiu estatelada no chão, mas não deu muita importância. Com rapidez, pegou a roupa que tinha separado na noite anterior e correu para o banheiro.
Não tinha tempo de tomar banho - já estava atrasada - então apenas escovou os dentes e os cabelos, tentando desfazer a bagunça em que eles se encontravam. Saindo de lá, colocou um pouco de ração e leite para Chuck e saiu do apartamento.
Chamou o elevador e já entrava em um táxi quando se lembrou de sua pasta. De novo dirigiu impropérios a si mesma e, tão rápido que não demorou nem dois minutos, já estava chamando o elevador de novo, dessa vez com a pasta em suas mãos.
Estava no saguão quando seu celular tocou. O atendeu e, ao sair do prédio, começou a chover. Irritada, cobriu a cabeça com a pasta e tentou entrar no táxi de antes - tarde demais, um homem foi mais rápido e, antes que ela chegasse perto do automóvel, ele já partira.
- Bella Swan. - Disse a quem quer que a estivesse ligando em uma hora tão ruim.
- Bella! Onde você está? - Ela escutou a voz de Angela, sua assistente, do outro lado da linha. Para varirar, Ang estava estressada; a diferença era que, dessa vez, ela tinha muitos motivos. - Os Volturi já estão aqui, e se você não fechar a conta...
- Eu sei, eu sei! Nós estamos fritas! Eu só... Eu perdi a noção do tempo!
- Eu não posso dizer isso a eles!
- Eu sei que não pode! - Retrucou, impaciente. - Você vai fazer isso: diga que tem um congestionamento, mas que eu vou chegar logo...
- Eles não vão acreditar. Você usou essa desculpa da última vez.
- Merda. - Disse, tanto pelo fato da desculpa não servir, tanto pelo fato de um carro, que passava em alta velocidade, lhe molhar inteira. - Então... Hm, diga que eu tive uns problemas femininos e que tive que passar no hospital!
- Problemas femininos? Bella, eles são homens, não idiotas!
- Confie em mim, Ang! Qualquer homem dá pra trás quando escutam "problemas femininos". É medo, eu acho. Só não sei porquê... Como se a gente fosse pedir para eles comprarem absorvente pra gente, ou coisa parecida! Talvez... - Ela começava a se desviar do assunto, enquanto andava apressada pelas ruas de Chicago. Então, sua assistente a cortou:
- Isso não vem o caso agora! Ok, eu vou dizer isso... Mas ainda tem um problema.
- Outro? Ang, não passam das dez horas e eu já estou farta de problemas! Não dá pra você despachar esse pra mim?
- Eu bem tentei... Mas ele não quer ir embora. - Bella estacou no meio da rua.
- "Ele"? Não me diga que...
- É... Ele está aqui.
Bella ficou em silêncio, tomando grandes sovadas de ar e tentando não ter um ataque cardíaco.
- Bella? Bella? Você ainda está aí?
- Sim, eu...
- E não é só isso... - Angela continuou, ainda mais preocupada, se possível.
- Como assim "não é só isso"?
- Ele... Bem, ele está com os Volturi.
- Você está bricando.
- Bem que eu queria... Esse é o principal motivo de eu não poder mandá-lo embora. Os velhotes iam achar muito estranho... De qualquer maneira, você tem que chegar aqui o mais rápido possível.
Bella olhou para o prédio ao seu lado e estremeceu.
Morava perto do trabalho e, geralmente, ia a pé para lá - exceto quando chovia, ou quando estava atrasada. Hoje, porém, ambas as coisas aconteceram e ela teve que caminhar; o que não era muito aconselhável, já que toda a sua carreira dependeria daquela reunião.
Agora, contudo, ela daria qualquer coisa para continuar andando.
Suspirou e desligou o celular na cara de Angela, que chamava por ela de novo.
***
- ... E esses são os motivos para vocês escolherem a Guinevere Advertisement para a sua campanha publicitária. Juntos, nós varemos as vendas das jóias Volturi subir mais de 50%, superando, assim, a Tiffany's. - Ela concluiu, com um grande sorriso no rosto.
Talvez aquela maneira tinha sido melhor, afinal de contas. Deu tudo certo - os homens se preocuparam com ela, e não a culparam por nada. Nem se importaram com seu atraso.
Além do mais, ela sentia a adrenalina em seus ossos e o medo, por tudo estar dando errado, lhe deu forças para fazer a melhor apresentação de toda a sua carreira. Era um puro jogo e podia ser até mais difícil para ela, que estava no topo - mas ela gostava.
Quem não estava gostando nem um pouco daquilo, é claro, era Edward.
Durante toda a reunião ele a fitava intensamente e, enquanto ela pedia lincença para deixá-los mais à vontade para discutir, ele lhe lançou um olhar que, claramente, dizia "eu quero falar com você".
Ela, porém, apenas deu as costas e sorrindo um tanto cansada, comemorou com Angela o sucesseo iminente com uma taça de champanhe.
Edward Cullen era o seu perfeito ex-namorado e contador dos Volturi. Era completamente aceitável que ele estivesse lá, e, embora seu principal desejo fosse expulsá-lo de lá, ela não podia. Chamaria muita atenção e ela... Bem, o passado deles já era conturbado. Ela não queria piorar as coisas.
Então, enquanto Bella se perdia em devaneios dentro de uma certa cabana e tempos mais simples, Edward apareceu em seu escritório, interrompendo a festinha particular que ela e Angela estavam tendo enquanto os Volturi ponderavam na sala ao lado.
- Edward, o que você está fazendo aqui? - Bella perguntou, suspirando. Ele rolou os olhos e Angela deixou sua taça na mesa, saindo de fininho.
- Você sabe muito bem o porquê, Bella. Eu quero você de volta.
- Quantas vezes eu vou ter que repetir? - Ela perguntou, o volume de sua voz aumentando a cada palavra. - EU. NÃO. QUERO.
- Bella, você não pode negar que ainda me ama...
- Claro que posso! - Disse, teimosa, e ele reprimiu um risinho.
- Ok, você pode. Mas isso não quer dizer que seja verdade. Bella... Nós podemos voltar ao que éramos antes, você sabe. Eu te amo tanto... Nós podíamos nos casar. Um futuro brilhante nos aguarda.
Neste momento, Angela (que entrara na sala de reuniões para ver se os Volturi precisavam de alguma coisa) voltou. Ela estava com a boca aberta, um pouco impressionada, talvez, da audácia de Edward.
- Hm... Srta? - Começou, com mais formalidade do que empregaria normalmente - Eles já se decidiram.
Então ela sorriu, deixando Bella mais calma. Edward também sorriu, com um ar pretensioso.
- Você acha que eles vão aceitar?
- Eu tenho certeza. - Mas quem respondeu dessa vez não foi Angela, e sim Edward. Diante do olhar questionador das mulheres, ele apenas deu de ombros. - Eu os convenci desdeo o começo que aqui seria o melhor lugar. Eles só viram a apresentação por causa das formalidades...
- Você não deveria ter feito isso. - Bella disse, estressada. Empurrou Edward ao passar por ele, e entrou na sala de reunião.
***
- Bella, fale comigo! - Edward pediu de novo. Era a hora do almoço, ela ficou trancada no escritório a manhã inteira após fechar o contrato e, mesmo assim, Edward não foi embora. Muito menos quando ela o ameaçou de chamar a segurança.
- Edward, desista...
- Eu só peço um almoço! Por favor! - Ela suspirou e parou de andar. Eles estavam no meio da rua e ainda chovia, o que deixava suas roupas (que ainda estavam molhadas) mais ensopadas do que se é possível imaginar.
- Edward, você sabe que eu...
- Bella, que mal tem nisso? - Então ele se aproximou dela e acariciou seu rosto. - Pelos velhos tempos, por favor. Algo entre amigos.
Ela suspirou e não disse nada, apenas aquieceu com a cabeça. Edward sorria sedutoramente e de tal maneira que não tinha como ela lhe dizer não - seria um milagre alguém conseguir lhe negar alguma coisa quando ele sorria daquele jeito.
E, afinal de contas, não podia ter nada de mal em almoçar com Edward... Como amigos, é claro.
***
Estavam em um restaurante simples, mas de comida deliciosa, que sempre visitavam quando ainda eram namorados. Bella vestia o paletó de Edward que ele, em um ataque de cavalheirismo, a emprestou para não tremer de frio; embora, é claro, ela tivesse dito que passaria em seu apartamento assim que possível.
- Bella? - Edward começou, e ela tirou os olhos da sua taça de vinho. - Eu sei que eu não posso nos transportar de volta ao passado... Principalmente porque nós ainda estamos nos recuperando. Mas nós não devíamos terminar assim, não mesmo.
- Muitas coisas foram ditas, Edward...
- Sim, foram. Mas a gente não queria dizer nenhuma delas, eu sei que foi algo do momento. - Ela olhou para a porta do restaurante, sonhadora. Ela queria sair dali, e seu ex-namorado sabia muito bem. - Antes que você diga que vai embora... Você deve saber que eu nunca soube o que eu tinha, até eu te perder.
Bella suspirou e encarou aqueles olhos extremamente verdes. Ela sempre os adorou; lembrava-a dos momentos mais felizes de sua vida. Uma certa cabana nas montanhas, com uma lareira e um tapete confortável...
- Eu chorei muito, Edward. Eu estou cansada do amor; eu tive o suficiente. E agora você vem... Só para quebrar o meu coração de novo. E eu não posso resistir, droga! Eu sempre o amei, e nunca consegui parar! - Ela começava a chorar, atraindo a atenção das outras mesas. Suas palavras seguintes foram ditas em tal sussurro que Edward quase não as pôde ouvir. - Então, vá em frente... Me faça chorar de novo.
- Eu nunca quis partir o seu coração, Bella...
- Bem, mas você o fez! E agora não tem mais espaço na minha cama para você!
- O que você quer dizer com isso?
- Exatamente o que você ouviu. - Ela respondeu, ferina, e ele respirou fundo.
- Você tem outro? - Ela reprimiu um sorriso; Edward não entendera.
- Pode-se dizer que sim... - Bella pensou em brincar com ele mais um pouquinho, fazê-lo sofrer, mas não conseguiu. Resolveu dizer a verdade. - Ele é um gato... E seu nome é Chuck.
- Poupe-me dos detalhes. - Ele disse, entre os dentes. Ela o encarou confusa.
- Não, Edward. Quando eu digo que ele é um gato... Eu digo que ele é um ser peludo e gorducho que adora me acordar de manhã miando, para eu lhe dar um pouco de leite.
Edward gargalhou, aliviado. Então ele sorriu torto.
- Tenho certeza de que... Chuck?, não se importaria de abrir espaço para eu me deitar na cama também.
- Pode tirar esse sorriso estúpido da sua cara, nós não vamos voltar.
- Por que não, Bella? Nós nos amamos, você mesma confirmou isso! - Ele pegou a mão dela, que descansava sobre a mesa. Ele praticamente a implorava agora. - Eu sei que cometi muitos erros, mas você também. Não há certo ou errado; eu fiz besteira ao te ignorar quando você mais precisou de mim, mas você também fez besteira ao procurar consolo com o meu melhor amigo. Nós dois não prestamos, e somos perfeitos um para o outro! Eu juro que faria de tudo para você me aceitar, Bella! Eu mudaria completamente!
Ela estremeceu - não gostava de relembrar o passado.
- Você faz parecer que tudo é muito fácil, mas não é. Pelo menos assim eu já estou no fundo do poço, e não preciso me preocupar em descer ainda mais.
- Mas Bella...
- Não, Edward. Eu não vejo futuro para gente.
***
O resto do almoço se passou com um silêncio palpável. Bella estava desconfortável e, Edward, frustrado. Houve mais algumas tentativas da parte dele, mas nenhuma deu resultado. No final, quando ele já tinha pago a conta (sob os protestos de Bella), ele propôs lhe acompanhar até seu apartamento, onde ela trocaria de roupa antes de voltar ao trabalho.
Sem conseguir se livar dele, agora Bella se encontrava abrindo a porta de sua nova casa para Edward - o único lugar que ainda não estava repleto de lembranças dele.
- É... Bonito. Tem a sua cara. - Ele disse, ao entrarem. Estava um pouco bagunçado, mas ele gostava mesmo assim. Bella sorriu fracamente.
- Bem... Você pode ir agora. Eu estou segura. - Ela brincou, e ele sorriu.
- Eu vou ficar mais um pouco, Bella. - Ela revirou os olhos e lhe deu as costas, indo até seu quarto e retirando sua saia lápis no caminho. Pelo menos, quando se tratava de tirar a roupa, ela não se sentia desconfortável com Edward. Ele encarou a sua bunda de longe, coberta apenas por uma leve lingerie de renda preta, e continuou a falar: - Tenho que aproveitar a sua presença o máximo que puder, já que vai demorar um pouco para a gente se encontrar de novo.
- O que você quer dizer com isso? - Ela perguntou, já do quarto. Ele se aproximou e viu, pela porta entreaberta, que ela retirava o sutiã. Escutava também o barulho da água do chuveiro, que Bella já devia ter ligado.
- Bem... Eu tenho que resolver uns negócios em Londres. Vou ter que ficar por um tempo lá.
- Quanto tempo? - Ela perguntou. Seu coração estava apertado e, por mais que ela odiasse admitir, ela já sentia falta de Edward.
- Dois anos.
- O QUÊ? - Ela perguntou, escancarando a porta do seu quarto e se esquecendo que, agora, estava completamente nua. Ele engoliu em seco, tentando se reprimir para não atacá-la agora mesmo.
- Hm... A empresta está tentando expandir e... - Ele não conseguia formular frases coerentes, seus olhos eram atraídos para aqueles seios que ele, tantas vezes, copulara e beijara. Bella estalou os dedos.
- Olhe nos meus olhos, Edward.
- Hm... Quê? - Ele perguntou, e viu que ela o olhava brava. - Ah, certo. Então, e eles pediram que eu fosse á para...
Novamente, as palavras lhe fugiram. Els só conseguia ver o cabelo molhado de Bella, cujas gotas d'água caíam sedutoramente em seus seios, escorrendo pela barriga e chegando a...
- Talvez eu deva colocar uma toalha. - Bella disse, se dirigindo ao banheiro. Estava de costas para Edward quando ele a segurou pela cintura e, com rapidez, a virou para ele.
Seus narizes estavam grudados um no outro, e podiam sentir os contornos de seus corpos perfeitamente. Bella sentia a ereção de Edward e, ele, seus seios intumecidos.
- Eu não quero ir, Bella. Eu quero ficar com você, aqui em Chicago. Eu quero me casar com você, ter filhos e envelhecer ao seu lado. - Ela respirava pesadamente, e ele achava difícil se concentrar em outra coisa que não os lábios carnudos daquela mulher. - E, acima de tudo, eu preciso fazer isso agora.
Então, ele a beijou vorazmente.
Bella não conseguiu se controlar. Beijar Edward na vida real era mil vezes melhor do que fazê-lo nos sonhos, assim como, ela tinha certeza, seria transar com ele de verdade. Então, ela simplesmente ignorou a prudência e decidiu faltar no trabalho aquela tarde.
E, acima de tudo, ela desistiu de tentar odiar Edward - ela sabia que não conseguiria. Ela não conseguiria nem deixá-lo partir, e faria de tudo para que ele ficasse.
Estava abrindo a camisa dele quando sentiu algo em seus pés se mechendo. Confusa, olhou para baixo e viu Chuck. Sem tirar seus lábios dos de Edward, deu risada.
- Qual a graça? - Ele perguntou, tirando sua boca da dela, para deixar um rastro quente em direção ao seu pescoço e o seu lóbulo. As mãos dele já se divertiam em seus seios.
- Acho que você vai descobrir se Chuck se importaria ou não de dividir a cama com você... - Ela respondeu, brincalhona, com a voz arfante.
- Quê?
- Só olhe para baixo, Edward. - Ele a obedeceu e achou um gato persa gordo de cara amassada. Suspirou e deixou suas mãos cairem do colo de Bella e abriu um pouco mais de distância entre os corpos, mas nunca deixou de tocá-la.
- Então... Este é o Chuck?
- Sim... E sinta-se feliz por ele não ter te arranhado. Geralmente ele não gosta de ninguém que vem ao apartamento. - Ela disse, entre risos, mas Edward não achou graça. Será que outro homem já tinha deitado naquela cama? Bella pareceu entender o que se passava na sua cabeça e emendou: - Alice foi a primeira e única; espalhou para Deus e o mundo que Chuck não era páreo para ninguém.
Aliviado, Edward fez um carinho atrás da orelha do gato, que, em seguida, saiu de lá os deixando sozinhos. Ele, então, tentou retomar de onde tinha parado.
- Hm... Edward? - Bella começou, insegura. Ele receou que ela fosse desistir.
- Sim, Bella? - Ela moreu o lábio inferior e foi até a porta do banheiro.
- Eu acho que nós dois precisamos de um banho. - Ele sorriu e a acompanhou.
***
Estavam deitados na cama, tentando recuperar a respiração. Os dois corpos nus se entrelaçavam, e os dois se sentiam mais felizes do que se sentiam há séculos.
- Eu não quero que você vá... - Bella disse, quebrando o silêncio.
- Eu também não quero ir.
- Então fique.
- Eu não posso... - Ele disse, com medo de encará-la nos olhos. Ela quase chorava e mordia o lábio inferior, preocupada.
- Eu estou com medo de perdê-lo de novo, Edward.
- E eu estou com medo de outro homem tomá-la de mim, Bella.
- Ninguém nunca ia conseguir isso. - Por mais que ele se sentisse mais aliviado por essas palavras, não era o suficiente.
- Bells...
- Sim?
- Vá comigo.
- Eu não posso, Edward... Eu teho meu trabalho, e...
- Você pode fazer o seu trabalho por video conferência, e...
- Não ia dar certo. - Então o silêncio voltou. - Não tem nenhum jeito de você ficar?
- Bem... A empresa evita mandar pessoas que tenham família aqui, sabe? Esposa, filhos... - Ela prendeu a respiração. Ele estava propondo, ou era só a imaginação dela?
- Só esposa serve por enquanto? - Ela perguntou, e ele se virou para poder olhá-la melhor. Ela tinha um brilho nos olhos que ele vira muitas poucas vezes antes.
- É mais do que suficiente. - Ele respondeu, e os dois se beijaram.
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Nope, não tem mais. A história acaba aí - mas eu asseguro, além de algumas briguinhas corriqueiras, os dois viveram felizes para sempre!
Anyway, o post de hoje acaba aqui... E eu espero que vocês tenham gostado - eu adorei.
Impossível vocês não terem ouvido essa música... Mas eu não vou me focar muito na cantora britânica Leona Lewis, ou na música - que é o tema do capítulo mais novo da minha fic mais lida.
É, vocês entenderam direito: o novo post de Entre Quatro Paredes está próximo!!
O nome do capítulo é "Screwing up", só porque eu adoro deixar vocês nervosas (66"
Mas uma coisa eu vou dizer para vocês, para me proteger das tochas que, com certeza, vocês já devem estar acendendo para me caçar no meio da noite: o romance é garantido, assim como algumas cenas de quebrar o coração. Além disso, vai ter um POV novo...
Aqui vai uma pequena prévia:
Leah
- Você sabe que ela não o ama. Me diga... Quando você a toca, há alguma coisa entre vocês? – Ele não respondeu, e eu sorri triunfante. – Foi o que pensei.
- Mesmo assim, eu não poderia...
- “Não poderia”? O cacete que “não poderia”! Eu vou deixar as coisas bem claras para você, Jake: ou você me ama e fica comigo, ou você fica com aquela mosca morta e me esquece!
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Edward
- Eu tenho uma surpresa para você. – Ela levantou o rosto que estava escondido no meu peito para me encarar.
- Surpresa? – Perguntou, desconfiada. Foi a minha vez de rolar os olhos.
- Não se preocupe, só aproveite. – Ela abriu a boca para fazer algum comentário, mas eu a interrompi. – Está tudo certo no seu trabalho, Bell. Nós temos o dia só para a gente.
Ela sorriu e assentiu. Abri a porta do carro para ela e, quando me sentei atrás do volante, eu me sentia o homem mais feliz do mundo.
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Jacob
Não esperei por uma resposta, apenas a puxei para perto e a beijei com sofreguidão. Em instantes, fechei a porta com o meu pé e a conduzi para o sofá da sala, sentindo um pouco de hesitação da parte dela. Talvez ela ainda estivesse brava comigo, ou...
- Hm, Jacob? – Ela perguntou, assim que meus lábios soltaram os dela para podermos tomar um pouco de ar. Ela ofegava, e gaguejou um pouco ao dizer o meu nome.
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Bella
- Edward, eu sou um desastre ambulante já podendo enxergar por onde eu ando. Agora imagine eu sem poder ver nada! – Ele riu e me tirou do cinto de segurança. Colocou algo no meu colo e, depois de alguns segundos, eu me vi em seu colo.
- Você tem razão sobre o desastre ambulante, Bell. Pensando bem, eu acho que deveria carregar você em toda oportunidade que eu tivesse... – Corei furiosamente e escondi meu rosto em seu peito musculoso.
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?
Era errado, completamente errado. Mas eu...
Droga, era tão mal assim eu ter gostado do que aconceteu momentos antes?
O olhar de ódio que ela me lançou respondeu a todas as minhas dúvidas.
Espero ter deixado vocês confusas e ansiosas!
- xoxo
Pâm P. =]
Vocês acreditam que PamP já tinha sido tomado? LOL
E, mesmo assim, não dava pra eu colocar acento no meu nome ¬¬'
Aproveitem que estou de férias e perguntem o que quiserem! ;)
- xoxo
Pâm P. =]
Quem já ouviu falar de Franz Ferdinand? Ora, vamos... Qualquer um que já teve aula de história já ouviu falar desse cara. É, aqueeele cujo assassinato desencadeou a Segunda Guerra Mundial!
É, mas eu não vou falar dele - e sim da banda, que propõe o seguinte: toda vez que você ouvir falar no nome, você se lembrará deles e, só depois, do homem que os inspirou.
A banda de rock começou a fazer sucesso há uns anos atrás, conquistando muitos fãs - eu entre eles. Vocês, então, devem estar se perguntando de onde veio o nome da postagem de hoje. Bem, de nada mais, nada menos, de uma das músicas deles...
Eu pensei duas vezes antes de colocar essa música para tocar aqui, pelo simples motivo: uma vez na sua cabeça, você não consegue tirá-la. Duvida? Ela está na minha há mais de 48 horas!
"No, you girls never know, oh, no,
You girls will never know
No, you girls never know
How you make a boy feel
How you make a boy...
(...)
You boys never care,
You dirty boys never care
No, you boys never care
How the girl feels…
Oh, how the girl feels..."
Pensem o qe quiserem da letra, eu ADOREI! *rsrs*
Anyway, aqui vai a música e, em seguida, um teaser de Reveange is sweeter than you ever were, com o tema da música!
Tanya sorriu largamente para Mike, fazendo-o corar até as orelhas. Edward a encarou, irritado. Tudo bem ele traí-la, mas ela não tinha o direito de...
Oh, não.
Ela se aproximou do garoto loiro e acariciou-lhe a face. Ele tremia debaixo das mãos leves, tanto de desejo e medo (Edward lhe lançava um olhar assassino e Emmett estalava as juntas dos dedos). Tanya viu, pelo canto do olho, Bella se contorcendo de dar risadas silenciosas. Piscou para ela, de tal maneira que Mike achou que era para ele. Então, com um leve sorriso maquiavélico, seus lábios sussurraram algo em seu ouvido.
Mike queria cavar um buraco no chão e se esconder.
(...)
- O que foi aquilo, Tanya?
- Aquilo o quê, Edward? - Perguntou descaradamente, fingindo-se de desentendida. Ele revirou os olhos, a boca contorcida de raiva.
- Você sabe muito bem o quê. Como você pôde fazer aquilo comigo, na frente de todas aquelas pessoas? - Ela deu de ombros, segurando a língua para não soltar que sabia de suas traições.
- Ele é um amigo, só isso.
- Amigo? Eu nunca vi vocês conversando! E se você pensa que eu não reparei o quão exitado ele estava ficando...
Ela sorriu angelicamente, mas Edward conseguia ver o pequeno demônio por trás daquele ato. Tanya se aproximou a passos largos e, com destreza, segurou as partes íntimas de Edward com a sua mão, massageando-as por cima do tecido da calça jeans.
- Edward, esqueça aquilo... Eu estou com você, não é? - Ele sorriu torto e a puxou para um beijo, mas sem se deixar levar pelas palavras da namorada.
Ele iria se vingar.
(...)
Bella se encarou, irritada, no espelho. Ela deixaria de lado, facilmente, aquela parte do plano...
Mas era necessário.
Resmungando tamanhos palavrões que deixariam um caminhoneiro envergonhado, ela terminou de depilar as pernas. Colocou algumas das roupas novas que Tanya a forçou a comprar, inclusive os saltos agulha e a micro saia preta. Abaixou bastante o top vermelho, de modo que o decote aumentasse, e retocou o batom.
Ela estava pronta para a festa daquela noite.
Ela estava pronta para ser a mais nova namorada de Edward Cullen.
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Bem, esse é o fim do post de hoje, espero que tenham gostado!
- xoxo
Pâm P. =]
The lights are out and I barely know you
We're going up and the place is slowing down
I knew you'd come around
You captivated me, something about you's got me
I was lonely now you make me feel alive
Will you be mine tonight?
Reconheceram?
Bem, o trecho é da música Take me on the floor – tiveram ideias?
Ah, eu tive… E muitas (66’
Anyway, Take me on the floor é só uma das músicas cada vez mais quentes da dupla. Elas, porém, não são apenas um apelo para a sensualidade…
Na verdade, eu me pergunto quantas vezes a vida amorosa delas resultou em uma grande bosta. Porque, geralmente, as músicas falam de um amor que não pode dar certo… Ou elas deixando um homem abaixo do máximo nível de humilhação.
É, elas são más.
*-* Momento Pâm Especula *-*
Para quem assistiu ao clipe Untouched, as duas irmãs estão divididas pelo mesmo homem. Ele fica com as duas, blah, blah, blah… É aquele drama de tudo em família* que vocês já conhecem.
Bem, o título da postagem de hoje pode remeter a um álbum da banda de pop rock australiana The Veronicas – o que prova que não somos tão americanisados assim (tá, me engana que eu gosto) – mas hoje eu pretendo falar sobre outra banda também, que deu muito drama.
Esta outra dupla feminina, com músicas extremamente sexys e certas inclinações lésbicas (embora já tenha anunciado publicamente, depois de um tempo, que elas não o eram), é a já quase esquecida t.A.T.u. – aquelas garotas russas que causaram muitas confusões em torno de suas escolhas sexuais…
É, elas criaram polêmica…
Além disso, alguns meses antes de Britney Spears ter seu colapso e surgir com Pice of me, elas já tiveram o seu momento em que acharam que eram a única coisa pela qual os holofotes se interessavam.
Claro que estavam certas, mas não precisavam se gabar também, né?
Foi assim que veio a música All about us… Nem se acham, não?
Sinceramente? A minha parte favorita é quando matam o cara… *risadinha maléfica*
Para quem não sabe, t.A.T.u., em russo Taty, significa “essa ama aquela”. Este foi, porém, apenas um atod e publicidade – foi essa especulação das garotas serem lésbicas que as lançou na Rússia.
Claro que o priemeiro clipe delas, onde elas trocavam carícias e se beijavam, ajudou muito para essa imagem…
Bem, isto pode ter dado muito problema na época. Mas eu não vi ninguém reclamando das mulheres se beijando no famoso I kissed a girl da Katy Perry ou até no The Black Eyed Peas.
Antes que perguntem, não, eu não sou lésbica – e nem pretendo ser. Eu apenas respeito as escolhas das pessoas, o que deveria ser praticado por todos ;)
Caso vocês nunca tenham reparado, aqui vão os respectivos vídeos onde há atos de lesbianismo:
O clima ficou meio pesado, não?
Foi por isso que resolvi escrever uma one-shot (nem chega a ser isso, de tão curta) para deixar vocês felizes, he.
Bella se mexeu, desconfortável, na cadeira. Por mais que soubesse o quão aquilo era necessário, sentia-se insegura. Afinal, não era todo dia que…
- Ele já pode recebê-la, srta. Swan. – A recepcionista loira e mal-encarada chamada Lauren disse, interrompendo seus pensamentos nada calmos.
Ela mordeu o lábio inferior e hesitou o tempo de uma de suas batidas frenéticas do seu coração em frente a porta do escritório de Edward. Aquela porta… Aquela porta de madeira era tudo o que lhe separava de Edward, e da verdade. A verdade.
Por que ela não podia continuar vivendo uma mentira mesmo? Era tão mais fácil… Mas era impossível. Ela tinha responsabilidades, e seus próprios problemas – muitos deles, senão todos, causados pelo mesmo homem.
- A que devo a honra? – Edward perguntou, lindo como sempre, sentado atrás de sua mesa de mogno.; aquela mesma que lhes serviu de cama quando não havia outra opção, apenas dois dias atrás.
- Nós… Nós temos que conversar. – Ela finalmente vomitou as palavras, e Edward perdeu a postura relaxada. Nunca vinha coisa boa depois dessas palavras.
- Você não está terminando comigo, está? – Perguntou, tentando fazer piada. Falhou nesse aspecto quando a falta de uma resposta negativa e a expressão séria de Bella o deixaram nervoso.
- Edward, eu… – Ela começou, mas não sabia como continuar. Resolveu então ocupar a poltrona vazia em frente ao seu…
O que ele era seu mesmo? Namorado? Amante? Ela nem ao menos sabia se ele chegava a ser “seu”. Em todo caso, toda aquela relação deles era muito difícil de ser rotulada.
É, “sexo animal e casual” dizia pouco quando havia muito mais coisas envolvidas. Coisas como amor e dinheiro. E, é claro, a obrigação de…
- Você está começando a me assustar, Bella. – Ele disse. Começava a soar frio, como o fazia toda vez que algo o preocupava. Ultimamente, andava assim frequentemente; sabia que se não pagasse logo o dinheiro que devia aos Volturi, sua vida estaria em risco.
Então, Bella chegou em sua vida e lhe trouxe tranquilidade. Aquela última semana foi in descritível, em todos os aspectos. Ele nunca achou que fosse capaz de se apaixonar por alguém tão rápido e com tal intensidade.
Agora, porém, ele estava nervoso. Não era nada relacionado a dinheiro, mas ele podia sentir o seu amor escapando por entre seus dedos lentamente, e, de alguma maneira, ele sabia que não havia nada que podia fazer.
- Não é a minha intenção, acredite. – Ela respondeu, com a maior sinceridade. Não era só porque era Edward, mas sempre que estava prestes a fazer o que fazia, gostava das pessoas estarem calmas. – Eu só vim discutir a nossa relação.
Ele suspirou, aliviado, e revirou os olhos. Discutir a relação não era tão ruim assim… Porque ele sabia onde queria chegar com ela. E, se ela o jogasse contra a parede, ele faria qualquer coisa que ela pedisse – inclusive casamento, embora parecesse cedo aos olhos de outras pessoas.
Logo, logo, o galinha mais cobiçado da cidade estaria fora do mercado.
Ele só não sabia que seria de outra maneira.
- Isso não pode esperar até amanhã? – Ele perguntou, tentando adiar aquela conversa para um lugar mais propício com vinho e uma cama confortável; e, é claro, um estoque de camisinhas.
Geralmente, Bella teria aceitado a proposta de bom grado. Aquele lugar era exposto demais, com suas paredes finas e uma secretária que poderia entrar a qualquer momento. Mas agora, ela não se importava se fosse pêga…
Bella se mexeu, desconfortável, de novo. Não era fácil se sentir à vontade com o metal frio de uma arma colado contra a sua pele, escondido do mundo exterior apenas pelo tecido fino de sua saia balonê.
A arma a incomodava.
Os olhos verdes tranquilos, que ela passou a amar nos últimos tempos, a incomodavam.
O fato de nem Edward, nem ela, saberem seu destino a incomodava.
Então, ela se livrou do incômodo maior.
O movimento foi brusco, e o homem não pôde ao menos piscar. O barulho que a arma fez ecoou pelo escritório, tornando o ambiente ainda mais fantasmagórico.
O queixo de Edward caiu quando Bella soltou uma arma em cima do tampo de sua mesa.
- O… O que você vai fazer? – Perguntou, tropeçando nas palavras.
Estava alarmado e com medo – em pensar que, segundos antes, a maior preocupação que aquela mulher lhe trazia era abandoná-lo…
Ele não queria perder o amor de sua vida, claro. Mas perder tão cedo a própria vida…
- Eu só vim aqui para discutirmos a nossa relação. – Ela repetiu, quase que como mecanicamente. Ele engoliu em seco.
- Bella… O que eu te fiz? – Nada lhe vinha à mente. Podia parecer mentira, mas desde que a conheceu, ele só tinha olhos para uma mulher: ela.
- A mim? Nada. – Começou, e a histeria que a dominava se mostrou em sua voz, que subiu algumas oitavas. – Bem, pelo menos no aspecto de me causar a vontade de matá-lo.
- Então por que a arma?
- Você não fez nada a mim. – Repetiu, como um mantra. – O problema é o que você fez a outras pessoas… E o que eu tenho que fazer.
- Eu não entendo, Bella…
- Nem eu, Edward. Eu te amo, sabe? – Era a primeira vez que ela dizia aquilo, quebrando todas as suas regras. Sabia que agora seria mais difícil fazer o que tinha que fazer, mas não se importava; pela primeira vez havia dito a Edward a verdade. – A questão é que você tem um prazo não cumprido, e eu tenho um prestes a expirar. Eu… Se eu não matá-lo até o fim deste dia, Edward, nós dois morremos.
Ele prendeu a respiração, e ela mordeu o lábio inferior. Olhou para os lados, como se procurasse alguma saída, mas não achou nenhuma. Estendeu a mão para segurar dele, mas ele a puxou contra o próprio corpo e desviou o olhar.
Ela baixou os olhos e murmurou:
- E eu estou considerando deixar que nos matem… Porque eu não consigo viver sem você.
*-*-*-*-*-*-*-* MALDOSA, EU SEI! Então… É aqui que termina Poker Face. Não, não é preguiça de terminar. Não, não é falta de ideia. Eu só… Bem, eu senti que o fim dela devia ser esse. Quem sabe assim vocês comentam um pouquinho? Bem, esse é o fim do post de hoje. Espero que tenham gostado :) - xoxo Pâm P. =]
Posso ser nova sob alguns aspectos, mas não se enganem: sei a diferença ente o certo e errado e, de alguma maneira, consegui conquistar algumas pessoas no mundo virtual. Amo literatura e música (jura?), e sou irônica ao cubo. Sou mais complexa do que isso, porém - mas há coisas que eu prefiro que vocês descubram por si mesmos.